MCT Oil Nutiva – Óleo de Coco Ultra Concentrado 473ml

O MCT Oil Nutiva – Óleo de Coco Ultra Concentrado 473ml é uma fonte energética na sua forma mais pura e de aproveitamento imediato pelo corpo, fornecendo energia para os músculos e atuando na formação de corpos cetônicos que, por sua vez, servem de combustível para o cérebro.

R$137.90

Em estoque

Adicionar aos meus desejos
Adicionar aos meus desejos

Descrição

O MCT Oil Nutiva – Óleo de Coco Ultra Concentrado 473ml foi o primeiro óleo de coco ultra concentrado USDA Organic lançado no mundo, além de não possuir hexanos e solventes químicos. É um combustível para o cérebro fornecendo energia para os músculos e atuando na formação de corpos cetônicos.

Descrição
É um óleo de coco ultra concentrado com triglicerídeos de cadeia média, que são os tipos de ácidos encontrados em gorduras saturadas.
Contém 7,3 g de Ácido Caprílico, 5,0g de Ácido Caprico e 0,7g de Ácido Laurico por porção (1 colher de sopa).
O MCT é facilmente digerido pelo corpo e fornece energia e suporte ao metabolismo. Em conjunto com uma dieta balanceada e exercício físico, o consumo do MCT Oil Nutiva – Óleo de Coco Ultra Concentrado pode contribuir para uma boa saúde.
O MCT Oil Nutiva – Óleo de Coco Ultra Concentrado é feito apenas com coco e tem mais MCT por porção do que qualquer outra marca no mercado, se tornando uma excelente opção para atletas ou aqueles que seguem uma dieta plant-based, vegana ou paleo.

Porque o MCT Oil Nutiva – Óleo de Coco Ultra Concentrado?

Único MCT com certificação USDA Organic
Livre de transgênicos, possui certificação Non-GMO.
93% MCTs
13g de triglicerídeos de cadeia média por porção.
Sabor suave de coco
0g de Gordura Trans e Colesterol
Vegano e Paleo
Processo de extração livre de hexanos e solventes químicos
Não contém outros óleos ou aditivos
Rápida absorção
Recipiente livre de BPA

Qualidades do MCT:

1. Ajuda a manter um peso saudável – fazendo se sentir satisfeito e aumentando o metabolismo
Estudos demonstraram a eficácia do uso de MCT no auxílio a perda de peso. Este pode ajudar a aumentar os níveis de saciedade e da taxa metabólica, além de auxiliar o corpo na produção de corpos cetônicos.

2. Ajuda a proteger o coração
Um estudo publicado no Journal of Neutraceuticals and Functional Foods em 2010 reportou que o MCT pode auxiliar na prevenção do desenvolvimento de síndrome metabólica – termo utilizado para descrever uma série de doenças relacionadas ao metabolismo- ajudando a diminuir a chances de doenças cardiovasculares.

3. Melhora os níveis de energia, o humor e a memória
Nosso cérebro é composto de diferentes ácidos graxos, portanto é importante obter um suplemento vindo da dieta principalmente em idades mais avançadas, e o MCT é composto por ácidos de cadeia média que são facilmente digeridos e absorvidos pelo corpo. Um estudo publicado em 2004 no Journal of Neurobiology of Aging descobriu que o MCT presente no óleo de coco ajuda a melhorar problemas de memória, incluindo a doença de Alzheimer.
Faz sentido que um alimento que forneça combustível para o seu cérebro, também o ajude a absorver vitaminas e minerais melhor fazendo com que você se sinta mais lúcido, enérgico e positivo.
O óleo MCT ajuda não apenas a alimentar as células do cérebro, mas também melhora a saúde intestinal – que está amplamente ligada ao funcionamento cognitivo.

4. Auxilia na digestão e absorção de nutrientes
Tanto o óleo de MCT quanto o óleo de coco são benéficos para o equilíbrio de bactérias na microbiota intestinal, que por sua vez tem efeitos positivos no sistema digestivo, no gasto de energia e na capacidade de absorver vitaminas e minerais dos alimentos que você come.
Você também precisa consumir coco e outras gorduras saudáveis para absorver nutrientes lipossolúveis encontrados em vários alimentos. Estes incluem nutrientes como beta-caroteno (um precursor da vitamina A encontrado em plantas como bagas, squash e folhas verdes), vitamina E, cálcio, magnésio, fósforo e luteína.

5. Possui propriedades bactericidas, antifúngicas e antivirais
Há pelo menos uma dúzia de vírus patogênicos que são inativados pelo menos parcialmente pelo ácido láurico. Outra grande coisa sobre os MCTs é que eles são capazes de reduzir “bactérias ruins” sem prejudicar ou remover “boas bactérias”. Isso é importante, considerando que precisamos do tipo bom para a saúde intestinal e o funcionamento digestivo.

6. Pode suportar altas temperaturas de cozimento
Óleos MCT são particularmente bons para cozinhar porque têm um alto “ponto de fumaça”, o que significa que eles não oxidam facilmente do calor e podem suportar altas temperaturas.

O que é o Ácido Caprílico:
Também conhecido por Ácido Octanóico em função de sua cadeia ser formada por oito carbonos, ele é o mais curto dos MCTs. Por isso mesmo, converte-se em energia cetônica que pode ser usada mais rapidamente pelo cérebro do que quaisquer outras gorduras, óleos e ácidos graxos existentes na natureza. Ele também é encontrado no leite materno – um dos alimentos mais completos que conhecemos.

Sobre o Ácido Cáprico:
Descobriu-se que o ácido cáprico juntamente ao ácido caprílico inibe fatores do vírus de Candida albicans.

Sobre o Ácido Láurico:
O ácido láurico é mais conhecido por suas propriedades antimicrobianas, pois é o precursor da monolaurina, um agente antimicrobiano mais potente que é capaz de combater vírus e infecções bacterianas. Quando o ácido láurico é digerido, certas enzimas do trato digestivo formam o valioso tipo de monoglicerídeo chamado monolaurina.
Enquanto o ácido láurico em si tem capacidade de combater doenças, a monolaurina do ácido láurico é ainda mais capaz de inibir o crescimento de patógenos devido a ter fortes propriedades antimicrobianas e antibacterianas.
Beneficia também a saúde da pele e combate naturalmente a acne. As fortes propriedades bactericidas do ácido láurico podem ser usadas para tratar eficaz e naturalmente a acne. Estudos demonstraram que o ácido láurico funciona como um método de tratamento antibiótico contra a bactéria Propionibacterium que causa a acne na pele.

PERGUNTAS FREQUENTES:

Posso adicionar o MCT em qualquer outra coisa além de café ou chá verde?
Sim! Você pode adicioná-lo a qualquer tipo de chá, smoothies, molhos para saladas, vegetais assados, carne (para quem consome) ou no preparo de receitas e sobremesas.

O MCT aumentará o colesterol?
O MCT é metabolizado de forma diferente dos outros tipos de gordura e não elevará o colesterol.

A eficácia cetogênica do MCT muda devido ao produto ser 100% oriundo óleo de coco?
Não, os Ácidos de Cadeia Média obtidos a partir do óleo de coco 100% puro e cultivado em agricultura USDA Organic atuam na formação de cetonas biologicamente idênticas àquelas produzidas pelo corpo, as quais também são aproveitadas pelo seu corpo exatamente da mesma maneira que as produzidas por ele próprio.

O MCT Nutiva tem gosto?
O MCT da Nutiva possui um suave sabor de coco.

Qual é o ponto máximo de cozimento para MCT?
O MCT é adequado para cozinhar em temperaturas inferiores a 160 ° C.

O MCT Nutiva precisa ser refrigerado?
Não é necessário refrigeração. O MCT é líquido à temperatura ambiente.

Do que são feitas as embalagens de MCT?
O MCT é embalado em garrafas de plástico totalmente recicláveis e livres de bisfenol (BPA Free). Essas garrafas não liberam substâncias químicas nocivas à saúde. Ajude o meio ambiente reciclando suas garrafas usadas.

INSTRUÇÕES DE USO:
Comece usando uma colher de chá por vez e vá aumentando gradativamente a porção ao longo de vários dias até chegar a uma ou mais porções completas (porção completa = 1 colher de sopa) diariamente. O consumo excessivo de MCT, especialmente com o estômago vazio, pode resultar em desconforto gástrico.
O MCT pode ser consumido a qualquer hora do dia. Pode também ser acrescentado a bebidas quentes, smoothies, molhos para saladas, sobremesas e receitas diversas.

DICA:
A melhor maneira de maximizar a energia e atingir o desempenho máximo é misturar MCT, manteiga de cacau ou manteiga ghee feita com leite de gado grassfed e bater com uma xícara de café ou chá verde.

https://draxe.com/mct-oil/
https://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2016/08/22/mct-oil-health-benefits.aspx
https://draxe.com/lauric-acid/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28922057
http://store.nutiva.com/mct-oil/

Características

USDA Organic
Orgânico na Origem

Não Transgênico

Sem Açúcar Refinado
Sem Açúcar Refinado

Sem Lactose

Sem Glúten


Encontre outros produtos Nutiva aqui.

Informação adicional

Peso 0.7 kg

Ingredientes e Tabela Nutricional

Ingredientes

Óleo de coco ultra concentrado (Triglicérides de Cadeia Média – Ácido Caprílico)

Não contém glúten, lactose, adoçantes, aromatizantes, corantes ou solventes. 

Tabela Nutricional

Porção de 15ml (1 colher de sopa)
Quantidade por porção%VD*
Valor Energético130kcal=544kJ7%
Carboidratos0g0%
Proteínas0g0%
Gorduras Totais14g25%
Gorduras Saturadas14g64%
Gorduras Trans0g**
Fibra Alimentar0g0%
Sódio0mg0%
Ácido Caprílico14g**
* Valores diários com base em uma dieta de 2000 kcal ou 8400kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores, dependendo de suas necessidades energéticas.
** Valores diários não estabelecidos.

A Visão da Ciência

MCTs à Luz da Ciência

Os Triglicerídeos de Cadeia Média (MCTs) são uma forma única de gordura que apresentam inúmeros benefícios para a saúde. Eles são moléculas compostas por átomos de carbono individuais ligados a cadeias desses mesmos átomos, variando de 6 a 10 ligações de carbono. Já ácidos gordurosos de cadeia longa (LCTs) variam de 12 a 18 ligações de carbono. E é justamente o comprimento mais curto de sua cadeia que faz com que os MCTs tenham uma série de propriedades únicas que lhes dão vantagens sobre os LCTs.

Fonte de Energia

O comprimento reduzido da sua cadeia de carbonos, por exemplo, faz com que os MCTs sejam mais rapidamente absorvidos pelo corpo e mais rapidamente metabolizados (queimados) como combustível. O resultado dessa conversão metabólica acelerada é que, ao invés de serem armazenados como gordura, as calorias contidas em MCTs são muito eficientemente convertidas em combustível para uso imediato de órgãos e músculos.

Isso acontece porque eles atravessam a membrana mitocondrial dupla muito rapidamente e não requerem a presença de carnitina para tal, diferentemente dos LCTs. O resultado é uma explosão de acetil-coA que, depois de percorrer várias vias metabólicas (tanto na mitocôndria  – Ciclo de Krebs – quanto no citossol), culmina na produção de cetonas. Portanto, cientistas e pesquisadores atribuem o aumento de energia decorrente do consumo de MCTs à rápida formação de corpos de cetona.

Os MCTs são, portanto, uma excelente alternativa para quem precisa de fontes rápidas e seguras de energia – seja para desempenhar as atividades do dia a dia, para melhorar a performance durante e após exercícios físicos ou para repor a vitalidade perdida em decorrência de enfermidades, cirurgias ou envelhecimento.

Estudos com animais comprovam que os MCTs podem, de fato, aumentar a resistência física: ratos alimentados com uma dieta contendo MCTs superaram o desempenho na natação dos ratos alimentados com uma dieta contendo apenas LCTs. Os pesquisadores observaram ainda que os músculos dos ratos alimentados com MCTs produziram níveis mais altos de enzimas metabólicas chave (3-oxo-ácido CoA-transferase, citrato sintase e malato desidrogenase) envolvidas no Ciclo de Krebs (ciclo do ácido tricarboxílico), mecanismo primário do corpo para a produção de energia. Os ratos alimentados com MCTs também queimaram gordura a uma taxa maior, aumentando, por consequência, a produção de energia celular.

MCTs e controle de peso

Além do seu menor teor calórico, os MCTs não são armazenados em depósitos de gordura no corpo como os LCTs. Além disso, vários estudos comprovam sua capacidade de aumentar a termogênese (isto é, queima de gordura). Portanto, os MCTs parecem oferecer uma abordagem tripla para a perda de peso – a) eles têm um menor teor calórico do que outras gorduras; b) são minimamente armazenados como gordura; c) contribuem para acelerar o metabolismo e queimar, assim, ainda mais calorias. Esta terceira propriedade pode estar ligada ao fato de que MCTs se comportam metabolicamente de forma semelhante aos carboidratos em alguns aspectos, além do fato de promoverem o desenvolvimento de cetonas, como já mencionado. A produção de cetonas é uma pedra angular da Dieta Atkins e de outras estratégias de redução de peso.

O Dr. Hans Kaunitz e colegas realizaram um estudo com ratos para comparar os efeitos das dietas em que a gordura foi fornecida por MCTs ou banha de porco. Os ratos alimentados com MCTs perderam peso significativamente mais do que o segundo grupo, embora seu consumo de calorias fosse o mesmo dos ratos alimentados com banha de porco. Além disso, Kaunitz descreveu os ratos alimentados com MCTs como tendo “uma excelente taxa de sobrevivência”. Em outro estudo, os pesquisadores observaram diminuição dos ganhos de peso, teor reduzido de gordura e conteúdo inalterado de proteínas completas em animais alimentados com MCTs em comparação com animais alimentados com LCTs. Em um terceiro estudo, os depósitos de gordura em ratos alimentados com dietas altas em MCTs foram 23 por cento menores do que em ratos alimentados com LCTs.

Muitos desses resultados obtidos em estudos com animais foram corroborados por ensaios em humanos. Em um desses ensaios, pesquisadores forneceram seis refeições contendo apenas LCTs ou LCTs mais MCTs para um grupo de seis homens adultos magros e outro de seis obesos, da mesma faixa etária. Em ambos os grupos, a termogênese pós-refeição (queima de gordura) foi aumentada depois do consumo de refeições contendo MCTs, o que não foi observado no grupo que recebeu apenas LCTs.

Combate à fadiga

As dietas de restrição calórica são frequentemente associadas a declínios acentuados na energia. Uma série de estudos reforçam os benefícios do uso de MCTs em programas de perda de peso para aumentar os níveis de energia e aumentar o metabolismo de ácidos graxos para auxiliar na redução de depósitos de gordura. Em um destes estudos, quando os pesquisadores da Tchecoslováquia trataram 60 pacientes obesos com óleo de MCT, concluíram que os MCT ofereciam vários benefícios, afirmando: “A administração de … ácidos gordos de cadeia média pode … melhorar o sucesso a longo prazo da terapia de dieta de pacientes obesos. ”

Alimento para o Cérebro

As cetonas também são uma das duas substâncias que o cérebro pode utilizar como energia, a glicose sendo a outra. Por esse motivo, o Dr. Hans Kaunitz, dentre tantos outros pesquisadores, sugere que os MCTs podem ser poderosos aliados para combater o envelhecimento do cérebro e até reverter quadros de degeneração de algumas funções cerebrais.

Controle de Apetite

Os MCTs demonstraram suprimir o apetite, uma habilidade de benefício óbvio para aqueles que tentam diminuir a ingestão de calorias totais. Em um estudo de 14 dias, seis voluntários do sexo masculino saudáveis ​​receberam acesso ilimitado a uma das três dietas: uma dieta MCT baixa, uma dieta MCT média e uma dieta MCT alta. O consumo de calorias foi significativamente menor na alta dieta MCT. Os pesquisadores observaram que a substituição de MCTs por outras gorduras em uma dieta rica em gordura “pode ​​limitar o consumo de excesso de energia e o aumento de peso produzido por dietas com alto teor de gordura e energia”.

Controle da Insulina

Em outro estudo envolvendo um grupo de mulheres obesas em uma dieta restrita, os pesquisadores observaram que os perfis de insulina melhoraram quando MCTs representavam 24% do total de calorias consumidas.

MCTs e Sistema Imunológico

Para avaliar as propriedades de normalização imune de MCTs, Kaunitz e colegas injetaram ratos com soro imune de coelho, conhecido por causar doença renal autoimune grave nos ratos. Eles então administraram MCT na dieta e observaram que as alterações patológicas nos rins foram muito reduzidas no grupo tratado com MCT. Kaunitz especulou que os MCTs poderiam assim ter um efeito positivo “nas reações auto-imunes características do processo de envelhecimento”.

MCTs e Medicina

MCTs provaram ser úteis no tratamento de uma série de distúrbios médicos que envolvem metabolismo lipídico (gordo) prejudicado ou danificado. Estes incluem: icterícia obstrutiva, cirrose biliar, pancreatite, fibrose cística, doença celíaca, doença de Whipple, doença de Crohn, enterite regional e má absorção em neonatos. O MCT tem sido relatado como útil para a alimentação de recém-nascidos, tanto para ajudar o crescimento inicial como para contribuir para o desenvolvimento fisiológico deles. A absorção de cálcio e magnésio parece ser melhorada quando a dieta contém MCT, particularmente em lactentes, e a absorção de aminoácidos também parece ser melhorada. Assim, MCTs podem ser uma adição útil à dieta daqueles que sofrem de qualquer forma de desnutrição ou desperdício de tecido. A este respeito, os MCTs são adicionados a fórmulas parenterais para alimentação intravenosa após cirurgia ou durante a recuperação de lesões graves, queimaduras e infecções.

Conclusão

O principal efeito adverso observado pelos usuários iniciantes de MCTs é a náusea, por vezes acompanhada de desconforto gástrico. Isto pode ser minimizado ou eliminado iniciando a sua ingestão com doses muito pequenas (isto é, cerca de 1/4 de colher de chá várias vezes ao dia) e aumentando a dose conforme tolerado. Em pouco tempo, o MCT pode ser consumido na porção de uma colher de sopa mais de uma vez ao dia. O óleo MCT pode ser usado como um molho de salada e como um óleo de cozinha. No entanto, o MCT não deve ser aquecido a temperaturas superiores a 150-160 graus Celsius porque irá oxidar e quebrar, afetando negativamente o sabor e benefícios. Com essas poucas advertências, os MCTs são um suplemento especialmente benéfico para suster o esforço físico devido ao alto teor de densidade de energia, à rápida taxa de absorção e à rápida conversão metabólica na energia celular. Além disso, MCTs podem ser mobilizados rapidamente na fase de recuperação pós-exercício para reconstruir os músculos e prevenir a quebra de proteínas (catabolismo) que pode ocorrer quando o corpo está sob demanda máxima das suas reservas de energia.

  1. Babayan, V.K. Medium chain fatty acid esters and their medical and nutritional applications. J Am Oil Chem Soc, 1981, 58: 49A-51A.
  2. Kaunitz, H. Dietary use of MCT in “Bilanzierte Ernaehrung in der Therapie,” K. Lang, W. Fekl, and G. Berg, eds. George Thieme Verlag, Stuttgart, 1971.
  3. Fushiki T, Matsumoto K, Inoue K, Kawada T, Sugimoto E. Swimming endurance capacity of mice is increased by chronic consumption of medium-chain triglycerides. J Nutr 1995 Mar;125(3):531-9.
  4. Baba, N., Bracco, E.F., Seylar, J., Hashim, S.A. Enhanced thermogenesis and diminished deposition of fat in response to overfeeding with diets containing medium chain triglycerides. J Am Soc Clin Nutrition, 1981, 34: 624.
  5. Bach, A.C., and Babayan, V.K. Medium-chain triglycerides: An update. Am J Clin Nutr, 1982, 36: 950-962.
  6. Kaunitz, H., Slanetz, C.A., Johnson, R.E., Babayan, V.K., Garsky, G. Nutritional properties of the triglycerides of medium chain-length. J Am Oil Chem Soc, 1958, 35: 10-13.
  7. Scalfi L, Coltorti A, Contaldo F. Postprandial thermogenesis in lean and obese subjects after meals supplemented with medium-chain and long-chain triglycerides. Am J Clin Nutr 1991 May;53(5):1130-3.
  8. Yost TJ, Eckel RH. Hypocaloric feeding in obese women: metabolic effects of medium-chain triglyceride substitution. Am J Clin Nutr 1989 Feb;49(2):326-30.
  9. Hainer V, Kunesova M, Stich V, Zak A, Parizkova J. The role of oils containing triacylglycerols and medium-chain fatty acids in the dietary treatment of obesity. The effect on resting energy expenditure and serum lipids. Cas Lek Cesk 1994 Jun 13;133(12):373-5.
  10. Stubbs RJ, Harbron CG. Covert manipulation of the ratio of medium- to long-chain triglycerides in isoenergetically dense diets: effect on food intake in ad libitum feeding men. Int J Obes Relat Metab Disord 1996 May;20(5):435-44.
  11. Kaunitz, H., Slanetz, C.A., Johnson, R.E., Babayan, V.K. Interrelations of linoleic acid with medium chain and long chain saturated triglycerides. J Am Oil Chem Soc, 1959, 36: 322-325.
  12. Stewart, J.W., Wiggers, K.D., Jacobsen, N.L., Berger, P.J. Effect of various triglycerides on blood and tissue cholesterol of calves, J Nutr, 1978, 108: 561-566.
  13. Kaunitz, H. Medium Chain Triglycerides in Aging and Atherosclerosis, in: Advances in Human Nutrition, Vol 3, by J. Kabara (ed), Chem-Orbital, POB 134, Park Forest, IL 60466.